segunda-feira, 24 de abril de 2017

Maria, a Louca (Requião) é da “Comissão Especial do Extrateto”, mas recebe o dobro do teto


O governo do Paraná teve um recurso negado pela Justiça em 2014 e foi obrigado a pagar R$ 453 mil ao senador Roberto Requião (PMDB), referentes à pensão vitalícia de ex-governador da qual ele usufrui. O pagamento se refere ao período entre junho de 2011 a agosto de 2012, durante o qual o benefício esteve suspenso.

Somando a pensão especial referente ao período em que atuou como governador do Paraná, de R$ 30.471,11, com a remuneração relativa ao atual mandato no Senado, de R$ 33.763,00, o valor mensal recebido por Requião (R$ 64.234,11) ultrapassa o teto constitucional, que hoje é de R$ 33.763,00.

O curioso é que Requião integra, junto com outros sete parlamentares, a “Comissão Especial do Extrateto” do Senado.

Aliás, curioso é o cacete! É um escárnio mesmo! Para variar, é mais um caso de raposa tomando conta do galinheiro.


"Excelências" sai do ar por falta de patrocínio. Lamentável!


quarta-feira, 19 de abril de 2017

13 motivos pelos quais Lula merece ser perseguido pelo povo brasileiro

João César de Melo

Lula queixa-se de perseguição. Ele tem razão. Estamos perseguindo-o. É o que todo brasileiro deve fazer: perseguir Lula porque ele é o “comandante máximo da organização criminosa”, como disse Deltan Dallagnol.

Abaixo, listo alguns fatos que ilustram o caráter do homem que ousa se apresentar como a pessoa mais honesta do mundo, a única solução para o Brasil:

1 – Lula mostrou sua índole logo em seus primeiros anos como sindicalista, trabalhando como informante do DOPS, a polícia de repressão política da ditadura. Lula repassava aos militares informações sobre reuniões, movimentações e organização de greves.

2 – Ao mesmo tempo em que dedurava seus companheiros, Lula recebia dinheiro da Odebrecht. Emílio Odebrecht, já naquela época, pagava as despesas pessoais de Lula, antes mesmo dele ingressar na política.

3 – Por todo o tempo, Lula trabalhou contra o Brasil. Em 1988, votou contra o texto final da Constituição Federal; em 1989, fez campanha em favor do calote da dívida externa; em 1993, ignorou o acordo de governabilidade proposto por Itamar Franco depois do impeachment de Fernando Collor; em 1994, foi contra o Plano Real, responsável pela estabilização econômica depois de quase uma década de hiperinflação; em 1998, foi contra a privatização da telefonia, que veio a modernizar o setor; em 1999, foi contra à adoção do câmbio flutuante e metas de inflação; em 2000, foi contra a Lei de Responsabilidade Fiscal; durante todo o governo FHC, foi contra os “programas sociais”; e mesmo durante os seus dois mandatos, não aproveitou sua popularidade e seu poder político para fazer as reformas estruturais na previdência e nas leis trabalhistas que necessitamos até hoje.

4 – Antes de ser eleito presidente, Lula dedicava-se a difamar a imagem do Brasil no exterior. Em todos os eventos em que participava, Lula inflacionava os problemas brasileiros para enaltecer a si mesmo como a única solução para o país, como ele mesmo admitiu.

5 – Lula manifestava publicamente seu apoio aos atos de vandalismo do MST, que chegaram a invadir, depredar e saquear uma fazenda da família de FHC, então presidente.

6 – Em 2001, Lula apoiou a turnê de Jose Bové pelo Brasil, quando o comunista francês liderou a depredação de centros de pesquisas e estabelecimentos comerciais.

7 – Lula não apenas apoiou ditaduras, mas as financiou com o dinheiro dos pagadores de impostos. Foi por meio do BNDES, ou seja, dos pagadores de impostos brasileiros, que as obras da Odebrecht em Cuba e na Venezuela foram financiadas.

8 – Todas as suas candidaturas, tanto para a Câmara quanto para a Presidência da República, foram financiadas com dinheiro ilegal da Odebrecht, como admitiu o próprio Emílio Odebrecht.

9 – Por todo o tempo em que foi presidente, Lula empenhou-se em desqualificar seu antecessor, Fernando Henrique Cardoso, a despeito de sempre sido tratado muito bem por ele. Fez o mesmo com Marina Silva, outrora de seu partido e que a exemplo de FHC, sempre lhe prestou respeito.

10 – Por todo o tempo em que foi presidente, Lula loteou ministérios, estatais, agências reguladores e fundos de pensão entre militantes, políticos e partidos aliados, permitindo e usufruindo do maior esquema de corrupção da história da humanidade, responsável direto pela atual recessão econômica.

11 – Por todo o tempo em que foi presidente, Lula não mediu esforços em incentivar todo tipo de conflito, seja de classes, de raça e/ou de gênero, institucionalizando o discurso de “nós contra eles”, financiando o aparelhamento ideológico nas escolas e universidades estatais e entupindo o estado de militantes.

12 – De volta à oposição, Lula continua trabalhando contra todas as reformas propostas para resolver os problemas criados por ele e por sua criatura, Dilma.

13 – Como se fosse pouco o estrago que ele e sua organização criminosa promoveram à economia e às instituições brasileiras, Lula mais uma vez empenha-se em difamar o Brasil no exterior, desqualificando as instituições brasileiras.

Lula é o maior canalha da política brasileira. Sua biografia extrapola o perfil do político corrupto. Lula é mais. Lula não tem escrúpulos. Lula é capaz de trair quem quer que seja para se preservar. É capaz de inventar qualquer mentira para construir sua versão dos fatos. É capaz de injuriar e desqualificar antigos aliados. É capaz de fazer tudo de novo. Lula é aquele que utiliza do velório da esposa para fazer comício.

Enquanto estiver livre, Lula continuará mentindo, caluniando, desqualificando tudo e todos não alinhados a ele. Não podemos ter pudor em dizer que estamos perseguindo Lula. Temos muitos motivos para isso.


terça-feira, 18 de abril de 2017

Reinaldo Azevedo, coitado, mais chutado que cão sarnento, perdeu até a capacidade de raciocínio

Que zurre a direita xucra: exigência que Moro faz a Lula é ilegal

Juiz se irrita porque defesa de petista arrola 87 testemunhas e decide retaliar: exige que Lula esteja presente a todos os depoimentos. Não faz sentido!

O Brasil, infelizmente, na média, está ficando mais burro. E, bem…, não nasci para puxar a carroça da estupidez. Uma notícia está sendo aplaudida pela direita xucra e execrada pela esquerda também xucra: Sergio Moro autorizou que a defesa do ex-presidente Lula ouça 87 testemunhas num processo em que o petista é acusado de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Só que fez uma exigência: o chefão petista terá de estar presente a todos os depoimentos.

A direita bucéfala delira! “Dá-lhe, Moro, juiz sem igual,”

A esquerda abestada vê na decisão o golpe continuado.

Não há um só advogado que ignore que Sergio Moro está cometendo uma arbitrariedade. Entendo que se trata de exercício de obstrução do direito de defesa.

Se o magistrado acha que há testemunhas demais e se, entre estas, há pessoas irrelevantes para o processo, ele que as recuse, então, desde que respeite o número a que tem direito o réu: oito. Vale dizer: até esse número, não pode interferir. Mas não! Moro decidiu falar para Lula: “Ah, é? Oitenta e sete testemunhas? Então você vai ver o que é bom pra tosse! Vou ter de ouvir toda aquela gente, mas você também. Vai provar do seu próprio remédio”.

Bem, é desnecessário eu dizer que um juiz julga, não pratica vingança.

Ah, sei que vai começar aquela gritaria hidrófoba! “Olhe o Reinaldo a defender Lula…” É, vai ver ele me comprou, andou me pagando jantares, me convidou pra dançar… Sabem o que é? Quando o PT era o partido mais poderoso do Ocidente, literalmente, decidi combatê-lo. Agora que está na lona, resolvi aderir. É que sou idiota, e todos os que não gostam de mim são inteligentes, certo? Como sabemos, o que apareceu de direitista valentão depois que o PT caiu em desgraça é uma enormidade! Até o Paulo Henrique Amorim chuta o Lula…

A lei tem de valer para todo mundo. Também para… Lula.

O Código de Processo Penal, que é do Estado Novo, obriga o réu a comparecer a todos os atos do processo, mas isso não foi recepcionado pela Constituição de 1988. Tanto é assim que é comuníssimo pedir-se dispensa da presença do acusado, e isso é deferido, inclusive para audiências em que serão ouvidas testemunhas de acusação, quando, em tese, poderia haver a necessidade de reconhecimento, dependendo dos fatos imputados pela denúncia.

Em se tratando de testemunhas arroladas pela defesa, não faz o menor sentido obrigar o comparecimento do réu. E a lei que alterou o CPP neste ponto prevê que o réu residente fora da comarca em que se dá o processo pode ser interrogado por carta precatória, tendo havido posteriormente a adoção da videoconferência para a realização de audiências em que devam ser ouvidas testemunhas de fora da terra, e também interrogados réus na mesma situação.

Moro está fazendo uma exigência descabida. E, o que é mais impressionante, ele próprio o admite. Queria saber a quem serve transformar Lula numa vítima de atos judiciais de exceção. Quem ganha com isso?

Tendo a achar que é o próprio… Lula!


Reinaldo perdeu até a capacidade de raciocinar. E mais: acha que todo mundo que o lê é trouxa, porque sempre enche linguiça até mais não poder para que os mais apressados desistam no meio, não cheguem aos seus “raciossímios” usualmente absurdos e se fixem apenas nos títulos sempre chamativos.

Contestando o espertinho, se o Código de Processo Penal obriga o réu a comparecer a todos os atos do processo, onde está a ilegalidade no ato de Moro? Se “isso não foi recepcionado pela Constituição de 1988”, como ele diz, também não tem a menor importância, até porque uma Constituição não tem a mínima obrigação de abarcar todos os Códigos. Se ela é omissa nesse ponto, continua valendo o escrito no CPP. A presença ou não do acusado nesse tipo de ato do processo depende exclusivamente do juiz.


Millôr e Lula


segunda-feira, 17 de abril de 2017

Lista dos apelidos da Odebrecht

 Adão Vilaverde, deputado estadual (PT-RS)- Eva 
 Ademar Traiano, deputado estadual (PSDB-PR)- Praia 
 Adolfo Viana, deputado estadual (PSDB-BA)- Jovem 
 Adrian Mussi, ex-deputado federal (PMDB-RJ) Flamengo 
 Aécio Neves, senador (PSDB-MG)- Mineirinho 
 Agnelo Queiroz, ex-governador (PT-DF) Comprido 
 Alberto Pinto Coelho, ex-governador (PP-MG) Da Casa 
 Alcebíades Sabino, ex-deputado estadual (PSC- RJ) Atravessador 
 Alexandre Passos, ex-presidente da Câmara de Vitória (PT-ES) Sapato 
 Alexandre Postal, deputado estadual (PMDB-RS)- Correios 
 Alexandre Silveira, secretário estadual de saúde (PSD-MG)- Silo 
 Aloizio Mercadante (PT-SP)- Aracaju 
 Aloysio Nunes, ministro (PSDB-SP)- Manaus 
 Ana Amélia Lemos, senadora (PP-RS)- Coluna 
 Ana Paula Lima, deputada estadual (PT-SC)- Musa 
 André Correa, deputado estadual (PSD/RJ)-- Verdinho 
 André Vargas, ex-deputado federal por SC (sem partido)- Parente 
 Andrés Sanchez, deputado federal (PT-SP)- Timão 
 Angela Amin, ex-prefeita (PP-SC) Aspirina 
 Anthony Garotinho, ex-governador (PR-RJ) Bolinha ou Pescador 
 Antonio Anastasia, senador (PMDB-MG)- Dengo 
 Antonio Andrade, vice-governador (PMDB-MG) Wanda 
 Antonio Carlos Magalhães Neto, prefeito (DEM)-- Anão 
 Antônio de Brito, deputado federal (PSD-BA)- Misericórdia 
 Antonio Palocci, ex-ministro (PT-SP) Italiano 
 Arlete Magalhães, deputada estadual (PV-MG)- Navalha 
 Arlindo Chinaglia, deputado (PT-SP)- Grisalho 
 Arnaldo Jardim, secretário estadual (PPS-SP)- Carajás 
 Arselino Tatto, vereador (PT-SP)- Contas 
 Arthur Maia, deputado federal (PPS-BA)- Tuca 
 Artur Virgílio, prefeito (PSDB-AM)- Kimono 
 Audifax Barcelos, prefeito (Rede-ES)- Italiano 
 Ayrton Xerez, ex-deputado federal (DEM-RJ) Persa 
 Barros Munhoz, deputado estadual (PSDB-SP)- Cruzeiro do Sul 
 Bernardo Ariston, ex-deputado federal (PMDB-RJ) Rasputinzinho 
 Bernardo Santana, deputado (PR-MG)- Igreja 
 Beto Albuquerque, deputado federal (PSB-RS)- Trincaferro 
 Beto Mansur, deputado federal (PRB-SP)- BMW ou Manso 
 Beto Richa, governador (PSDB-PR)- Brigão, Piloto 
 Blairo Maggi, ministro (PP-MT)- Caldo 
 Braz Antunes Mattos Neto, vereador (PSD-SP)- Adoniran 
 Bruno Araújo, ministro (PSDB-PE)- Jujuba 
 Bruno Siqueira, prefeito (PMDB-MG)- Fino 
 Campos Machado, deputado estadual (PTB-SP)- Itabuna 
 Carlin Moura, ex-prefeito (PC do B-MG) Barão 
 Carlos Melles, deputado federal (DEM-PR)- Da hora 
 Carlos Todeschini (PT-RS)- Alemão 
 Carlos Zarattini, deputado federal (PT-SP)- Guarulhos 
 Cássio Cunha Lima, senador (PSDB-PB)- Prosador 
 Célio Moreira, deputado estadual (PSDB-MG)- Frances 
 Celso Russomanno, deputado federal (PRB-SP)- Itacaré 
 Cesar Colnago, vice-governador (PSDB-ES) Gripe 
 César Maia, ex-prefeito do Rio (DEM-RJ) Botafogo ou Déspota 
 Cida Borghetti, vice-governadora do PR (PP-PR) Princesa 
 Ciro Nogueira, senador (PP-PI)- Cerrado 
 Colbert Martins Filho, vice-prefeito (PMDB-BA) Médico 
 Dalírio Beber, senador (PSDB-SC), e Napoleão Bernardes, prefeito de Blumenau (PSDB-SC) Conquistador 
 Daniel Almeida, deputado federal (PC do B-BA)- Comuna 
 Delcídio do Amaral, ex-senador (MS)- Ferrari ou Grisalhão 
 Dimas Fabiano Jr., deputado federal (PP-MG)- Filhinho ou Filinho ou Gordo 
 Domingos Sávio, deputado estadual (PSDB-MG)- Sábado 
 Duarte Nogueira, prefeito (PSDB-SP)- Ponta Porã ou Corredor 
 Durval Amaral, presidente do Tribunal de Contas do Paraná (TCE-PR)- Amarelou 
 Edinho Bez, ex-deputado federal (PMDB-SC) Mercedes 
 Edinho Silva, prefeito (PT-SP)- Itambé 
 Edison Lobão, senador (PMDB-MA)- Esquálido 
 Edson Aparecido dos Santos (PSDB-SP)- Itumbiara 
 Eduardo Azeredo, ex-governador de MG (PSDB-MG) Padrinho 
 Eduardo Campos, ex-governador (PSB-PE) Neto 
 Eduardo Cunha, ex-deputado federal (PMDB-RJ) Caranguejo 
 Eduardo Paes, ex-prefeito do Rio (PMDB-RJ) Nervosinho 
 Eduardo Siqueira Campos (DEM-TO)- Acelerado 
 Edvaldo de Brito, vereador (PSD-BA)- Candomblé 
 Elbe Brandão, deputada estadual (PSDB-MG)- Fazendão 
 Eliseu Padilha, ministro (PMDB-RS)- Angorá, Primo, Bicuíra ou Fodão 
 Elismar Prado, deputado estadual (PDT-MG)- Jornalista 
 Esmael de Almeida, deputado estadual (PMDB-ES)- Canário 
 Eunício de Oliveira, presidente do Senado (PMDB-CE)- Índio 
 Fabiano Pereira, ex-deputado (PSB-RS) Carmem 
 Fábio Branco, secretário estadual (PMDB-RS)- Colorido 
 Fabio Faria, deputado (PSD-RN)- Bonitão ou Garanhão 
 Fabio Ramalho, deputado federal (PMDB-MG)- Barrigudo 
 Fernando Bezerra, senador (PSB-PE)- Novilho ou Charada 
 Fernando Capez, deputado estadual (PSDB-SP)- Brasília 
 Fernando Collor, senador (PTC-AL)- Roxinho 
 Fernando Pimentel, governador (PT-MG)- Do reino 
 Francisco Appio, ex-deputado estadual (PPRS) Abelha 
 Francisco Chagas, ex-vereador (PT-SP) Campinas 
 Frederico Antunes, deputado estadual (PP-RS)- Fodinha 
 Garibaldi Alves, senador (PMDB-RN)- Lento 
 Geddel Vieira Lima, ex-ministro (PMDB-BA) Babel 
 Geraldo Alckmin, governador (PSDB-SP)- Belém ou M&M 
 Geraldo Júnior, secretário municipal (SD-BA)- Bico 
 Germano Rigotto, ex-governador (PMDB-RS) Desesperado 
 Gil Pereira, deputado estadual (PP-MG)- Lagarto ou Largato 
 Gilberto Kassab, ministro (PSD-SP)- Chefe Turco, Kibe ou Projeto 
 Gim Argello, ex-senador (PTB-DF) Campari 
 Gleisi Hoffmann, senadora (PT-PR)- Amante ou Coxa 
 Guido Mantega, ex-ministro Pós-italiano ou Pós-Itália
 Guilherme Lacerda (PT-ES)- Magma 
 Gustavo Correa , deputado estadual (DEM-MG)- Dentada 
 Gustavo Fruet, ex-prefeito de Curitiba (PDT-PR) Dentuço 
 Gustavo Valadares, deputado estadual (PSDB-MG)- Tio 
 Helder Barbalho, ministro (PMDB-PA)- Cavanhaque 
 Henrique Carballal, vereador (PV-BA)- Buzu 
 Heráclito Fortes, deputado federal (PSB)-- Boca mole 
 Hudson Braga, secretário de obras do RJ-- Oxigênio 
 Hugo Napoleão, ex-governador (PSD-PI) Diplomata 
 Humberto Costa, senador (PT-PE)- Drácula 
 Ideli Salvatti, ex-ministra (PT-SC) Fantasma 
 Inaldo Leitão (sem partido)-- Todo Feio e Cunhado 
 Iriny Lopes, ex-deputada federal (PT-ES) Masculina 
 Iris Rezende, prefeito (PMDB-GO)- Babão 
 Ivar Pavan, ex-deputado estadual (PT-RS) Pavão 
 Ivo Cassol, senador (PP-RO)- Maçaranduba 
 Jader Barbalho, senador (PMDB-PA)- Jacaré 
 Jaime Martins, deputado federal (PSD-MG)- Asfalto 
 Jaques Wagner, ex-governador (PT-BA) Polo 
 Jarbas Vasconcelos, deputado federal (PMDB-PE)- Viagra 
 João Alves Filho, ex-prefeito (DEM-SE) Louro 
 João Fischer (Fixinha), deputado estadual (PP-RS)- Aquático 
 João Paulo Cunha, ex-deputado (PT-SP) Santo André 
 João Paulo Papa, deputado federal (PSDB-SP)- Benzedor 
 João Paulo Rillo, deputado estadual (PT-SP)- Boiadeiro 
 Jorge Bittar, ex-deputado federal (PT-RJ) Passadão ou Triângulo 
 Jorge Piciani, deputado estadual (PMDB-RJ)- Grego 
 José Agripino, senador (DEM-RN)- Gripado ou Pino 
 José Anibal, ex-senador (PSDB-SP) Navegante 
 José Carlos Aleluia, deputado federal (DEM-BA)- Missa 
 José Chaves, ex-deputado (PTB-PE) Chaveiro 
 José Dirceu, ex-ministro (PT), ou João Vaccari, ex-tesoureiro do PT Guerrilheiro 
 José Fernando de Oliveira, ex-deputado (PV-MG) Azeitona 
 José Genoíno, ex-presidente do PT (PT-SP) Natal 
 José Maria Eymael (PSDC-SP)- Itatiaia 
 José Otávio Germano, deputado federal (PP-RS)- Enteado 
 José Roberto Arruda, ex-governador (ex-DEM) Parreira 
 José Sarney (PMDB), ex-presidente- Escritor 
 José Serra, senador (PSDB-SP)- Vizinho 
 Josenildo Sinésio, ex-vereador de Recife (SD-PE) Padre 
 Juarez Amorim (PPS-MG)- Doutor 
 Juarez Amorim (PPS-MG)- Segundo 
 Júlio Delgado, deputado federal (PSB-MG)- Zagueiro 
 Julio Lopes, deputado federal (PP-RJ)- Bonitão, Pavão, Bonitinho, Velho, Casa de Doido 
 Julio Lopes, secretário de transportes (PP-RJ)- Pavão ou Velhos 
 Jutahy Magalhães, deputado federal (PSDB-BA)- Moleza 
 Kátia Abreu, senadora (PMDB-TO)- Machado 
 Lídice da Mata, senadora (PSB-BA)- Feia 
 Lindbergh Farias, senador (PT-RJ)- Feio ou Lindinho 
 Lorena de Fátima Arrué Dias, candidata (PSDB-RS)- Protegida 
 Luciano Rezende, prefeito (PPS-ES)- Filho do reino 
 Lúcio Vieira Lima, deputado federal (PMDB-BA)- Bitelo 
 Lúdio Cabral, ex-vereador (PT-MT) Ema 
 Luiz Carlos Busato, deputado federal (PTB-RS)- Jangada 
 Luiz Carlos Hauly, deputado federal (PSDB/PR)-- Decodificado 
 Luiz Fernando Faria, deputado federal (PP-MG)- Lima 
 Luiz Fernando Pezão, governador do RJ (PMDB-RJ)- Proximus 
 Luiz Fernando T. Ferreira, deputado estadual (PT-SP)- Lamborghini 
 Luiz Inácio Lula da Silva, ex-presidente (PT-SP) Amigo 
 Luiz Paulo Correa da Costa, deputado estadual (PSDB-RJ)- Disco 
 Luiz Paulo Vellozo, ex-prefeito (PSDB-ES) Filhote 
 Manoel Neca (PP)-- Baixada 
 Manuela D'Ávila, deputada federal (Pc do B-RS)- Avião 
 Marcelo Nilo, deputado estadual (PSL-BA)- Rio 
 Márcio França, vice-governador de SP (PSB-SP) Paris 
 Marcio Lacerda, ex-prefeito (PSB-MG) Poste 
 Márcio Reinaldo, prefeito (PP-MG)- Jogador 
 Marco Alba, prefeito (PMDB-RS)- Escuro 
 Marco Maia, deputado federal (PT-RS)- Aliado ou Gremista 
 Marconi Perillo, governador (PSDB-GO)- Patati ou Padeiro 
 Marcos Montes, deputado federal (PSD-MG)- Montanha 
 Maria do Carmo Lara Rezende, ex-prefeita (PT-MG) Bateria 
 Maria do Rosário, deputada federal (PT-RS)- Solução 
 Mário Kertesz, ex-prefeito (PMDB)- Roberval Taylor 
 Marta Suplicy, senadora (PMDB-SP)- Barbie ou Belo Horizonte 
 Mauro Lopes, deputado (PMDB-MG)- Cintinho 
 Max Filho, prefeito de Vila Velha (PSDB-ES)- Novo 
 Mendes Ribeiro Filho, ex-deputado (PMDB-RS) Cérebro 
 Moreira Franco, ministro da secretaria geral da presidência (PMDB-RJ)- Primo 
 Nelson Pellegrino, deputado federal (PT-BA)- Pelé 
 Nilmário Miranda, secretário estadual (PT-MG)- Metalúrgico 
 Osmar Dias, ex-senador (PDT)- Caim 
 Otávio Leite, deputado federal (PSDB-RJ)- Garoto 
 Pablito, ex-vereador (PSDB-MG) Calvo 
 Paes Landim, deputado federal (PTB-PI)- Decrépito 
 Paulinho da Força, deputado (SD-SP)- Boa Vista 
 Paulo Abi Ackel, deputado federal (PSDB-MG)- Diamante 
 Paulo Alexandre Barbosa, prefeito (PSDB-SP)- Babosa 
 Paulo Bernardo, ex-ministro- Filósofo 
 Paulo Bornhausen, ex-deputado (PSB-SC) Filho 
 Paulo Câmara, vereador (PSDB-BA)- Amigo C 
 Paulo Ferreira, ex-tesoureiro do PT (PT-RS) Contador 
 Paulo Hartung, governador (PMDB-ES)- Baianinho 
 Paulo Henrique Lustosa, deputado federal (PP-CE)- Educador 
 Paulo Magalhães Júnior (PV-BA)- Goleiro 
 Paulo Pimenta, deputado federal (PT-RS)- Montanha 
 Paulo Rubem Santiago, ex-deputado (PSOL-PE) Bronca 
 Pedro Eurico, secretário estadual (PSDB-PE)- Chorão 
 Pimenta da Veiga (PSDB-MG) e Antonio Anastasia, senador (PSDB-MG) Gordo 
 Plauto Miró, deputado estadual (DEM-PR)- Grosseiro 
 Raul Jungmann, ministro (PPS-PE)- Bruto 
 Renan Calheiros (PMDB-AL)- Atleta 
 Renan Calheiros, senador (PMDB-AL)- Justiça 
 Renato Casagrande, ex-governador (PSB-ES) Centroavante 
 Ricardo Ferraço, senador (PSDB-ES)- Duro 
 Ricardo Ferraço, senador (PSDB-ES)- Nulo ou Duro 
 Ricardo Montoro, ex-deputado estadual (PSDB-SP) Macapá 
 Roberto Freire, ministro (PPS-SP)- Curitiba 
 Roberto Massafera, deputado estadual (PSDB-SP)- Ribeirão Preto 
 Robinson Faria, governador (PSD-RN)- Bonitinho 
 Robson de Lima Apolinário, ex-deputado suplente (PDT-SP) Crusoé 
 Rodrigo de Castro, deputado federal (PSDB-MG)- Castor 
 Rodrigo Garcia (DEM-SP)- Suíça 
 Rodrigo Maia, presidente da Câmara (PMDB-RJ)- Botafogo 
 Rodrigo Maia, presidente da Câmara dos Deputados (DEM-RJ)- Inca 
 Romero Jucá, senador (PMDB-RR)- Caju 
 Ronaldo Caiado, senador (DEM-GO)- Vaqueiro 
 Ronaldo Santini, deputado estadual (PTB-RS)- Inferno 
 Rosalba Ciarlini, prefeita (PP-RN)- Carrossel 
 Sandro Boka, ex-deputado (PMDB-RS) Bocão 
 Sandro Mabel, ex-deputado federal (PR-GO) Biscoito 
 Sérgio Aquino, candidato a prefeito de Santos (PMDB-SP)- Pequeno 
 Sérgio Borges, ex-deputado (PMDB-ES) Boquinha 
 Sérgio Cabral, ex-governador do RJ (PMDB-RJ) Proximus 
 Sérgio Guerra, ex-presidente do PSDB (PSDB-PE) Batalha ou Chorão 
 Tarcísio Caixeta, vereador (PC do B-MG)- Fósforo 
 Tiago Correia, vereador (PSD-BA)- Alba 
 Tião Viana, senador (PT-AC)- Menino da floresta 
 Tico Lacerda (PDT-SC)- Teco 
 Valdir Andres, ex-prefeito (PP-RS) Grenal 
 Valdir Raupp (PMDB-RO)- Alemão 
 Vicente Candido, deputado (PT-SP)- Palmas 
 Vicentinho, deputado federal (PT-SP)- João Pessoa 
 Waldir Pires, (PT-BA)- Soneca 
 Weliton Prado, deputado federal (PMB-MG)- Fragmentada 
 Wellington Magalhães, vereador (PTN-MG)- Aço 
 Wellington Magalhães, vereador (PTN-MG)- Navalha 
 Wilma de Faria, vereadora (PT do B-RN)- Cobra 
 Yeda Crusius, deputada federal (PSDB-RS)- Balzac 
 Zeca do PT, deputado federal (PT-MS)- Pescador 

Doria é atacado pela Amante

O Antagonista

João Doria tem sorte.

Hoje ele foi atacado por Gleisi Hoffmann, codinomes Coxa e Amante.

Ela disse, segundo O Globo:

“Doria antipolítico? Que fofo isso! É filiado ao PSDB desde 2001 e não não é político? Vai ter a cara de pau de dizer que Lula não pode presidir o Brasil? Em 2018 teremos de um lado os donos do capital e do outro lado o povo brigando pelos seus direitos. Eu estarei ao lado do povo brasileiro lutando por seus direitos”.

Se todos os adversários de João Doria tiverem recebido propina da Odebrecht, será a campanha mais fácil da história.

Simplesmente genial essa chamada do Antagonista!

sexta-feira, 14 de abril de 2017

quinta-feira, 13 de abril de 2017

Dificuldades na Lava-Jato


Escrevi isso na quarta-feira, 13 de abril de 2005 e nada mudou

Dívidas com o INSS em 2003 já somavam mais de R$ 80 bilhões

Como todo futuro aposentado que se preza, fui dar um passeio no site do INSS para ver a quantas anda minha futura aposentadoria. Faltam 2 anos e lamentavelmente eu tenho que aumentar minha contribuição, para ver se consigo receber alguma coisa que se assemelhe ao que eles prometem. Aliás, alguém já conseguiu entender os cálculos que o INSS faz? E quem descontava sobre 20 salários, como meu pai, que foram transformados na pensão de fantásticos 600 reais para minha mãe? Peça explicações que ninguém vai dar. É o sistema, dizem.

Mas não é isso que quero abordar. Fuçando no site, descobri a lista da dívida ativa do Instituto “atualizada” em 2003. Já começa por aí a bagunça: desnecessário lembrar que 2003 já passou faz 2 anos, e atualizada é o escambau! Indo adiante, deparo-me com a quantia de astronômicos 80 bilhões e trocados devidos por não sei quantas empresas. Eles não divulgam esse número, mas acredito que entre mínimo de R$ 29,00 e o máximo de R$ 449.065.322,83 (que é a dívida da Transbrasil) existam centenas de milhares de devedores. Apurando a pesquisa, verifico que existem 36 devedores acima dos 100 milhões, que somam 10% da dívida total, dos quais 22 são órgãos públicos, como a Câmara Municipal de Campinas, a Caixa Econômica Federal, a Empresa Brasileira de Correios e Telegrafos, a Governadoria do Estado do Rio de Janeiro, etc.. Fazendo uma projeção nas coxas, dá metade da dívida com o INSS, só de órgãos públicos. É de pasmar que permitam dívidas nesse montante a instituições que deveriam dar exemplos de administração. E ainda tem gente que é contra privatizações. Por mim, até a Presidência da República seria privatizada.

Se o Brasil tivesse gente decente em pelo menos um dos três poderes, seria muito fácil. O problema é que a intimidade entre eles é muito grande, e quem não é corrupto já foi ou vai ser. Depois querem corrigir tudo aumentando a contribuição de quem paga. Justiça, cadê você? Além de cega ficou burra? Com perdão da má palavra: vão todos à merda, inclusive eu, que sou burro o suficiente para ainda pagar impostos e contribuir com calhordas.


FHC também está no grampo

PETIÇÃO 6.794 (229)
ORIGEM : pet - 6794 - SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL
PROCED. :DISTRITO FEDERAL
RELATOR :MIN. EDSON FACHIN
REQTE.(S) :MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL
PROC.(A/S)(ES) :PROCURADOR-GERAL DA REPÚBLICA

DECISÃO: 1. Trata-se de petição instaurada com lastro nas declarações prestadas pelo colaborador Emílio Alves Odebrecht (Termo de Depoimento n. 3), o qual relata o pagamento de vantagens indevidas, não contabilizadas, no âmbito da campanha eleitoral de Fernando Henrique Cardoso à Presidência da República, nos anos de 1993 e 1997. Afirmando que não existe menção a crimes praticados por autoridades detentoras de foro por prerrogativa de função nesta Corte, requer o Procurador-Geral da República o reconhecimento da incompetência do Supremo Tribunal Federal para a apuração dos fatos, enviando-se o citado termo à Procuradoria da República em São Paulo. Postula, por fim, “o levantamento do sigilo em relação ao termo de depoimento aqui referido” (fl. 4).

(...)

5. Ante o exposto: (i) determino o levantamento do sigilo dos autos; (ii) defiro o pedido do Procurador-Geral da República para o envio de cópia das declarações prestadas pelo colaborador Emílio Alves Odebrecht (Termo de Depoimento n. 3), e documentos apresentados, à Seção Judiciária de São Paulo, ficando autorizada, por parte do requerente, a remessa de cópia de idêntico material à Procuradoria da República naquele Estado. Registro que a presente declinação não importa em definição de competência, a qual poderá ser reavaliada nas instâncias próprias.

Atendidas essas providências, arquivem-se.
Publique-se. Intime-se.
Brasília, 4 de abril de 2017.
Ministro EDSON FACHIN
Relator


E aí, Mino Carta? Até agora não li nada a respeito no seu pasquim...

PETIÇÃO 6.715 (154)
ORIGEM : pet - 6715 - SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL
PROCED. :DISTRITO FEDERAL
RELATOR :MIN. EDSON FACHIN
REQTE.(S) :MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL
PROC.(A/S)(ES) :PROCURADOR-GERAL DA REPÚBLICA

DECISÃO: 1. Cuida-se de petição instaurada com lastro nas declarações prestadas pelos colaboradores Paulo Henyan Yue Cesena (Termo de Depoimento n. 6), Marcelo Bahia Odebrecht (Termo de Depoimento n. 15) e Emílio Alves Odebrecht (Termo de Depoimento n. 22), os quais narram que o ex-Ministro da Fazenda, Guido Mantega, teria solicitado ao colaborador, Marcelo Bahia Odebrecht, apoio financeiro à Revista Carta Capital, pleito também feito ao colaborador Emílio Alves Odebrecht pelo ex- Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva. O pedido teria sido atendido e o Grupo Odebrecht, a título de empréstimo, efetuou o repasse de R$ 3.000.000,00 (três milhões de reais), soma quitada na forma de compensação com espaços publicitários. A operação deu-se por intermédio do Setor de Operações Estruturadas.

Afirmando que não existe menção a autoridade detentora de foro por prerrogativa de função neste Corte, requer o Procurador-Geral da República o reconhecimento da incompetência do Supremo Tribunal Federal para a apuração dos fatos, enviando-se cópia das declarações à Procuradoria da República no Estado de São Paulo. Requer, ainda, o levantamento do sigilo do procedimento.

(...)

5. Ante o exposto: (i) determino o levantamento do sigilo dos autos; (ii) defiro o pedido do Procurador-Geral da República para o envio de cópia dos termos de depoimento dos colaboradores Paulo Henyan Yue Cesena (Termo de Depoimento n. 6), Marcelo Bahia Odebrecht (Termo de Depoimento n. 15) e Emílio Alves Odebrecht (Termo de Depoimento n. 22), além dos documentos apresentados, à Seção Judiciária do Estado de São Paulo, ficando autorizada, por parte do requerente, a remessa de cópia de idêntico material à Procuradoria da República naquele mesmo Estado. Registro que a presente declinação não importa em definição de competência, a qual poderá ser reavaliada nas instâncias próprias.

Oficie-se em após, arquivem-se.
Publique-se. Intime-se.
Brasília, 4 de abril de 2017.
Ministro EDSON FACHIN
Relator
Documento assinado digitalmente


Até tu, Ônyx Lorenzoni?

INQUÉRITO 4.400 (19)
ORIGEM : inq - 4400 - SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL
PROCED. :DISTRITO FEDERAL
RELATOR :MIN. EDSON FACHIN
AUTOR(A/S)(ES) :MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL
PROC.(A/S)(ES) :PROCURADOR-GERAL DA REPÚBLICA
INVEST.(A/S) :ONYX DORNELLES LORENZONI

DECISÃO: 1. O Procurador-Geral da República requer a abertura de inquérito para investigar fatos relacionados ao Deputado Federal Ônix Dornelles Lorenzoni, em razão das declarações prestadas pelo colaborador Alexandrino de Salles Ramos de Alencar (Termo de Depoimento n. 24). Consoante o Ministério Público, o colaborador narra que se aproximou do parlamentar investigado, dizendo a ele em reunião que “estamos percebendo o seu desempenho, a sua conduta, e nós gostaríamos de termos aí como um parceiro futuro nas suas atividades como deputado federal” (fl. 4). Nesse contexto, realizou-se, a pretexto de auxílio para a campanha eleitoral do ano de 2006, um repasse de R$ 175.000.00 (cento e setenta e cinco mil reais), operação registrada no sistema “Drousys” e não contabilizada.

Sustentando o Procurador-Geral da República a ocorrência de indícios quanto à prática do crime previsto no art. 350 do Código Eleitoral, postula o levantamento do sigilo deste procedimento.

(..)

5. Ante o exposto: (i) determino o levantamento do sigilo dos autos; (ii) defiro o pedido do Procurador-Geral da República para determinar a instauração do inquérito face do Deputado Federal Ônix Dornelles Lorenzoni, com a juntada dos documentos apontados na peça exordial; (iii) ordeno a remessa dos autos à autoridade policial para que, no prazo de 30 (trinta) dias, atenda às diligências especificadas nos itens “b” a “f” pelo Ministério Público; (iv) atribuo aos juízes Ricardo Rachid de Oliveira, Paulo Marcos de Farias e Camila Plentz Konrath, magistrados lotados neste Gabinete, os poderes previstos no art. 21-A do Regimento Interno do Supremo Tribunal Federal para o trâmite deste feito.

Publique-se. Intime-se.
Brasília, 4 de abril de 2017.
Ministro EDSON FACHIN
Relator


Nem defunto escapou da Lista de Fachin - Brizola, Quércia, Fleury...

PETIÇÃO 6.830 (260)
ORIGEM :PET - 6830 - SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL
PROCED. :DISTRITO FEDERAL
RELATOR :MIN. EDSON FACHIN
REQTE.(S) :MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL
PROC.(A/S)(ES) :PROCURADOR-GERAL DA REPÚBLICA

DECISÃO: 1. Trata-se de petição atuada com lastro no Termo de Depoimento n. 6 de Pedro Augusto Ribeiro Novis, o qual trata de “irregularidades praticadas pelo grupo ODEBRECHT, especialmente na década de 1980 e início da década 90, durante a gestão dos então governadores Leonel Brizola (83/86 - contratos para a realização do Sambódromo e CIEPS), Paulo Maluf (80/82 - FEPASA, duplicação da Ferrovia Campinas/Santos e Usina Hidrelétrica de Nova Avanhandava), Álvaro Dias (87/90 - campanha com frustração na obtenção de obras), Marcelo Miranda (87/90 - contratação de diversos trechos rodoviários no MS), Orestes Quércia (87/90 - vários contratos com o Metro de São Paulo, Rodovia Carvalho Pinto), Luiz Antônio Fleury (91/94 - continuidade das obras do governo anterior), Espiridião Amin (87/90 - Avenida Perimetral em Florianópolis). Segundo o colaborador, pessoas ligadas a essas autoridades teriam recebido vantagens indevidas por meio do Setor de Operações estruturadas”.
(...)
7. Ante o exposto, determino o levantamento do sigilo dos autos e defiro o pedido de arquivamento da presente petição, com base no art. 3º, I, da Lei nº 8038/90 e art. 21, XV, e art. 231, § 4º do RISTF, com a ressalva do art. 18 do Código de Processo Penal*.

Publique-se. Intime-se.
Brasília, 4 de abril de 2017.
Ministro EDSON FACHIN
Relator

*Art. 18 - Depois de ordenado o arquivamento do inquérito pela autoridade judiciária, por falta de base para a denúncia, a autoridade policial poderá proceder a novas pesquisas, se de outras provas tiver notícia.


quarta-feira, 12 de abril de 2017

E tem mais: obras, pagamentos e empresas também na lista de Fachin

1  Acordo de mercado Centro Administrativo de Brasília  CENTRAD  JFDF
2  Acordo de mercado entre empresas para construção do Arco Metropolitano do Rio de Janeiro  JFRJ
3  Acordo de mercado Estádio Mané Garrincha  JFDF
4  Acordo judicial relativo ao contrato da Rodovia Carvalho Pinto  DERSAJFSP
5  Aquisição da Quattor Petroquímica pela Braskem S/A  JFPR
6  Atividades Braskem S/A  STF
7  Autódromo de Jacarepaguá  JFRJ
8  Caixa 2 Braskem S/A  JFPR
9  Construção da sede administrativa da Petrobrás S/A em Vitória  ES  JFPR
10  Construção de Sondas Présal e Partido dos Trabalhadores (PT)  STF e JFPR
11  Irregularidades Angra 3  STF
12  Irregularidades na Arena Pernambuco  JFPE
13  Irregularidades na obra Arena da Amazônia  JFAM
14  Irregularidades na obra de requalificação da orla da Barra  SalvadorBA  JFBA
15  Irregularidades na obra Refinaria Henrique Lage (REVAP)  JFPR
16  Irregularidades na obra TRANSFOR  JFCE
17  Irregularidades na PRA1, P59 e P60  STF e JFPR
18  Irregularidades nas obras da Refinaria Getúlio Vargas  REPAR  JFPR
19  Irregularidades nas obras de terraplanagem da RNEST  JFPR
20  Irregularidades nas obras do Adutor Pirapama  JFPE
21  Irregularidades no contexto da montagem do GASDUC III  JFPR
22  Licitação Ferrovia de Integração OesteLeste  JFGO
23  Licitação referente à reforma da Arena Castelão  JFCE
24  Licitação Usina Hidrelétrica de Jirau  JFPR
25  Metrô de São Paulo  Linha 2  JFSP
26  Obras Aeroporto de Goiânia/GO  JFGO
27  Obras da Linha 4 do Metrô  JFRJ
28  Obras da Refinaria Abreu e Lima  RNESTCONEST  JFPR
29  Pagamento de vantagens indevidas Projeto Habitacional Jardins Mangueiral  JFDF
30  Pagamento indevido a executivo da Light por interesse da Supervia JFRJ
31  Pagamentos a João Cerqueira de Santa Filho  JFPR
32  Pagamentos indevidos  Créditos com os Estados do Mato Grosso e do Mato Grosso do Sul  JFMT e JFMS
33  Pagamentos indevidos  Petroquímica Suape  JFPR
34  Pagamentos indevidos à campanha eleitoral de São Luís  MA para liberação de recursos federais nas obras do Porto de Itaqui  JFMA
35  Pagamentos indevidos a José Mohamed Janene (falecido)  JFPR
36  Pagamentos indevidos Rodovia SP225 DERSP  JFSP
37  Perimetral de Porto Alegre/RS  JFRS
38  Programa Minha Casa Minha Vida e empresa Bairro Novo  JFDF
39  Projeto Parque da Cidade junto à Prefeitura Municipal de São Paulo  TJSP
40  Relação com o Grupo Petrópolis (Cervejaria Itaipava)  JFPR
41  Revista Carta Capital  JFSP
42  Santa Casa de Misericórdia do Rio de Janeiro  JFRJ
43  Setor Petroquimico Brasileiro  JFPR
44  Transferência do Setor de Operações Estruturadas e destruição de provas  JFPR
45  Tribunal de Impostos e Taxas de São Paulo  JFSP
46  Vantagens indevidas nas obras da Lagoa da Barra e do Norte Nordeste Fluminense, duplicação da Avenida Salvador Allende, entorno do Parque Olímpico e Projeto Fábrica de Escolas do Amanhã  JFRJ